Cobogó: love + love + love !!!

Olá queridos !! Começando aqui a desbravar este mundo de lindezas que é a arquitetura !! Paixão assumida, confesso que tenho vários momentos de brilho nos olhos e sorriso no rosto ao ver detalhes que inspiram o belo !!

Que tal começarmos por um elemento que além de estar em alta na arquitetura e no design de interiores é bem das antigas ?? Estamos falando do meu querido Cobogó !!! Sim ... aquele detalhe todo vazado espalhado pelo Brasil e que me encanta ao caminhar pelas quadras em Brasília, nossa capital das formas !!

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Projeto: Ney Lima

Via Revista Casa e Jardim

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Projeto: Leo Romano

Via Casa de Valentina

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Via Revista Casa e Jardim

O cobogó surgiu na década de 1920 em Recife (obrigada Brasil pela poética acrescentada aos nossos espaços) e tinha como função a entrada de luz e ventilação natural sendo utilizado nas aberturas das edificações e tendo como herança a cultura árabe baseada nos muxarabis construídos em madeira. Seu nome tem origem da junção da primeira sílaba dos sobrenosmes de seus criadores, o português Amadeu Oliveira COimbra, o alemão Ernesto August BOeckmann e o brasileiro Antônio de GOis, todos engenheiros !!

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Via Decorando com Classe

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Projeto: Marcio Kogan

Via Archdaily

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Via Casa Abril

O cobogó foi difundido por todo o país por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer fazendo referências sutis à arquitetura colonial, tornando-se um elemento compositivo presente na estética da arquitetura moderna brasilieira. Nos anos 40 e 50, começou a ter seu espaço dentro das casas servindo de divisor de ambiente. No fim da década de 50 foi um dos elementos utilizados na construção da nova capital do país, minha querida Brasília, adotados tando em edifícios residenciais quando públicos no plano piloto.

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Projeto: studio MK27 e Galeria Arquitetos

Via Archdaily

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Via Pinterest

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Via Revista Di Casa

"Nos trópicos a luz do sol incide de forma generosa. Os elementos vazados desenham a sombra nos pisos e paredes, um efeito que transforma todo o ambiente para quem o vê desde o exterior e interior. Durante as estações e ao longo dos dias, essa luz natural surge de diferentes formas como um componente que sobrevém na Arquitetura. No decorrer da noite, a luz artificial atravessa os pequenos vãos do interior para o exterior, tornando a arquitetura uma especie de luminária urbana que interage com as sombras de seus usuários e mobiliário" (Victor Delaqua).

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Via Casa Abril